Nas muitas vezes que minha voz foi música. Foi Fado. Na garganta muda das horas noturnas. No espaço vago da saudade infunda. Nas muitas vezes que fui Fado. Fui também nota mais baixa do amor diurno. Nas muitas vezes que cantei. Foi pra esperar nascer o mundo. No fuso das quatros badaladas. Penosas e lusas. [oamdaluz]
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
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